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17 fevereiro, 2014

Jesus e Mundo

Jerusalém

Se Jesus não tivesse confiança na regeneração dos homens e
no aprimoramento do mundo, naturalmente, não teria vindo ao encontro
das criaturas e nem teria jornadeado nos escuros caminhos da Terra.
Não podemos, por isso, perder a esperança e nem nos cabe o desânimo, diante das pequenas e abençoadas lutas que o Céu nos concedeu, entre as sombras das humanas experiências.

 
Da escola do mundo saíram, diplomados em santificação, espíritos sublimes, que hoje se constituem abençoados patronos da evolução terrestre.
Não nos compete menosprezar o plano de aprendizagem que nos alimenta e nos agasalha, que nos instrui e aperfeiçoa.
Se o melhor não auxilia o pior, debalde aguardaremos a melhoria da vida.
 

Se o bom desampara o mau a fraternidade não passaria de mera ilusão.
Se o sábio não ajuda ao ignorante, a educação redundaria em mentira perigosa.
Se o humilde foge ao orgulhoso, surgiria o amor por vocábulo inútil.
 

Se o aprendiz da gentileza menoscaba o prisioneiro da impulsidade,
o desequilíbrio comandaria a existência.
Se a virtude não socorre as vitimas do vicio e se o bem não se dispõem a salvar quantos se arrojam aos despenhadeiros do mal, de coisa alguma serviria a predicação evangélica no campo de trabalho que a Providência Divina nos confiou.
 

O Mestre não era do mundo.
Mas veio até nós para a redenção do mundo.
 

Sabia que seus discípulos não pertenciam ao acervo moral da Terra, mas enviou-nos ao convívio com homens se transformassem nos servidores devotados do bem, convertendo o Planeta em seu reino de luz.
 

O cristão que foge ao contato com o mundo a pretexto de garantir-se contra o pecado, é uma flor parasitária e improdutiva na árvore do Evangelho, e o Senhor longe de solicitar ornamentos a sua obra, espera trabalhadores abnegados e fiéis que se disponham a remover o solo com paciência, boa vontade e coragem, a fim de que a Terra se habilite para a sementeira renovadora do Grande Amanhã.

Emmanuel, médium Chico Xavier
 
"JUNTE-SE A NÓS NESTE IDEAL: DIVULGUE O ESPIRITISMO."

16 fevereiro, 2014

Simplifica

Panurus biarmicus

Se desejas a bênção da paz, simplifica a própria vida para que a tranquilidade te favoreça.

Muitos recorrem ao auxílio dos outros, esquecendo a necessidade do auxílio a si mesmos.

Encarceram-se no cipoal das preocupações sem proveito, adquirindo compromissos que lhes prejudicam a senda e acabam suplicando o socorro da caridade, quando, mais avisados, poderiam entesourar amplos recursos para a assistência generosa aos mais desfavorecidos do mundo, empregando o talento das horas nas mais ricas sementeiras de simpatia.

É que se extraviam nas ambições desregradas, buscando para si próprios os mais duros grilhões de angústia ou fixando aos ombros frágeis, cruzes e fardos difíceis de suportar.

Não se contentam em viver com segurança o dia que o Senhor lhes concede. Preferem sofrer por antecipação as tempestades morais do amanhã remoto que, talvez, jamais sobrevenham.

Não se conformam com o pão abençoado de hoje. Reclamam celeiro farto para longos anos, à frente da luta que lhes é própria, ignorando se a morte lhes espreita os passos na vizinhança.

Não se alegram com o agasalho valioso de agora. Exigem guarda-roupa repleto e variado de que provavelmente não mais se utilizarão, enquanto companheiros da marcha humana exibem a pele desnuda e fria.

Não se resignam a possuir o dinheiro prestimoso que lhes soluciona os problemas da hora em curso. Suspiram pela caderneta de banco dominadora e invejável, que lhes marque o nome com a melhor expressão financeira, não obstante a penúria que magoa, implacável, o lar alheio.

Aprende a viver o minuto que Deus te empresta no corpo físico, amealhando a luz do conhecimento nobre e fazendo aos outros o bem que possas.

Auxilia, perdoa, trabalha, ama e serve, gastando sensatamente os recursos que o Céu te situou no caminho e nas mãos, como quem sabe que a Contabilidade Divina a todos nos procura no grave instante do acerto justo.

E, simplificando as próprias experiências, reconhecer-te-ás mais leve e mais feliz, habilitando-te, por fim, à libertação espiritual que, infalivelmente, convocar-te-á hoje ou amanhã para o regresso à Vida Maior.
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Mentores e Seareiros. Lição nº 04. Página 19.
 
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14 fevereiro, 2014

Irritação


A irritação é síndrome de processo que denuncia grave perturbação interior.
Inicia-se por inquietação mental, exterioriza-se como cansaço, transforma-se em azedume frequente e culmina em descontrole sistemático, com agressividade e loucura.
 

Escultura - Ho Shu
Revela-se por animosidade inconsciente, que se amplia como insatisfação em relação a tudo e antipatia para com todos.
Daí a impaciência, descortesia, rudeza e o tom arrogante na palavra, para contestar, responder.
 

Urge o exame mental para modificar atitudes.
Se percebes manifestações de irritação constante, examina-lhe a procedência.
Se é cansaço, muda de atividades, altera programas, motiva com otimismo o tempo de serviço.
 

Não absorvas tudo nas tarefas que abraças. Aprende a repartir labores e confiança.
Atitude infeliz a discriminação. Recorda que o amor tem função de unir, nunca a de separar.
A humildade te fortalecerá a paz íntima e a oração dar-te-á forças para vencer essa fraqueza cruel, que é a irritação.

Joanna de Ângelis / Médium Divaldo Franco
Livro: Celeiro de Bençãos (extrato) - Ed. LEAL

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12 fevereiro, 2014

O doce missionário

Igreja de Nossa Senhora do Ó, cidade de Sabará, Minas Gerais, Brasil

Sertão hostil. Agreste serrania.
Tendo por companhia
A cruz do Nazareno, humilde e solitário,
Ali vivia Anchieta, o doce missionário,

Carinhoso pastor, espelho de bondade,
Abençoando o bem, perdoando a maldade,
Servo amado de Deus, imitador de Assis,
Que na humildade achara a vida mais feliz.

Naquele dia,
Era intenso o calor.
Ninguém!Nem uma sombra se movie
Tudo era languidez, desânimo e torpor.

Além se divisava a solidão da estrada,
Amarela de pó, tristonha e desolada.
Na clareira, onde o Sol feria os vegetais,
Viam-se florescer bromélias e boninas,

E, elevando-se aos céus, esguios espinhais
Implorando piedade às amplidões divinas...
Eis que o irmão de Jesus, o humilde pegureiro
Avista um mensageiro.

Dirige-se-lhe a casa,
Pisando vagaroso o chão que o Sol abrasa.
– “Meu protetor – diz ele –, o bom pajé,
Convertido por vós à luz da vossa fé,

Que tem oferecido a Deus o seu amor,
Agoniza na taba, ao longe, em aflição.
Ele espera de vós a paz do curacao
E implora lhe leveis a bênção do Senhor.”

- “Oh! doce filho meu, que vindes de passagem,
Que Jesus vos ampare, ao termo da viagem...”
E isso dizendo, o pastor prestamente
Toma da humilde cruz do Mártir do Calvário,

Abandonando o ninho agreste e solitário,
Para arrancar à dor o pobre penitente.
Há solidão na estrada,
Ferem-lhe os pés as pontas dos espinhos.

Que penosa jornada,
Em tão rudes e aspérrimos caminhos! ...
Pairam no ar excessos de calor,
Nem árvores umbrosas e nem fontes,

Somente o Sol ferino e destruidor,
Que calcina, inflamando os horizontes.
Eis que a sede o devora;
Entretanto, o pastor não se deplora;

A terna e meiga efígie de Jesus
É-lhe paz e alimento, amparo e luz.
Numa férvida prece,
Ele ainda agradece:

– “Sê bendito, Senhor, por tudo o que nos dás,
Seja alegria ou dor, tudo é ventura e paz.
Eu vejo-te no alvor das manhãs harmoniosas,
No azulíneo do céu, no cálice das rosas,

Na corola de luz de todas as florinhas,
No canto, todo amor, das meigas avezinhas,
Na estação outonal, na loura Primavera,
No coração do bom, que te ama e te venera,

Na vibração dos sons, na irradiação da luz,
Na dor, no sofrimento, em nossa própria cruz...
Tudo vive a mostrar tua pródiga bondade,
Eterno Pai de amor, de luz e caridade.

Abençoados são o Inverno que traz frio
E os calores do Sol nas estações do estio...”
Terminando a sorrir a espontânea oração,
Inspirada em tão santa devoção,

Anchieta escuta em torno os mais sutis rumores.
Eis que nos arredores
Congregam-se apressadas
Todas as avezinhas,

E, asas aconchegadas,
Juntinhas,
Numa ideal combinação
Formam um pálio protetor,
Cobrindo o doce irmão

Que ia ofertar amor
Luz e consolação,
Em nome do Senhor.
Pelos caminhos,

Foi-se aumentando
O alado bando
Dos bondosos e ternos passarinhos,
Aureolando com amor o Discípulo Amado,

Modesto, casto, humilde e isento de pecado,
Que ia seguindo,
Lábios sorrindo,
Em meiga mansuetude.

O enviado do Bem e da Virtude
Agradecia ao Céu, o coração em luz,
Evolando-se puro ao seio de Jesus.
Chegara ao seu destino. Ia caindo o dia

No poente de paz e de harmonia,
Brilhava nova luz, feita de crença e amor:
Era a bênção dos Céus, a bênção do Senhor.

*Augusto de Lima:Poeta mineiro, nascido em Sabará, Minas, em 5 de abril de 1859 e desencarnado no Rio de Janeiro em 22 de abril de 1934.
Magistrado íntegro, orador e publicista, militou na Política e foi membro de realce da Academia Brasileira de Letras, tendo ocupado a presidência dessa instituição.
 
Augusto Lima / Psi. Francisco C. Xavier / Livro:Parnaso de Além-Túmulo - 1932 - / Ed.FEB. 
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10 fevereiro, 2014

Ascenção


Perguntai à flor virente,
De pétalas multicores,
Que com mágicos odores
Perfumam vosso ambiente,

O que fazem cá no mundo,
Tão viçosas, perfumadas,
Pelas sendas desoladas
Deste abismo tão profundo.

Como sorrisos dos Céus,
Essas flores perfumosas
Responderiam formosas:
– “Nós marchamos para Deus!”

A ave que poetiza
Com seus cânticos maviosos
Vossos campos dadivosos
Em beleza que harmoniza,

Se perguntásseis também,
Ela vosretrucaria
“Caminhamos na alegria,
Para a Luz e para o Bem.”

Tudo pois, em ascensão,
Marcha ao progresso incessante,
 

A alvorada rutilante
Da sublime perfeição.

Segui pois, irmãos terrenos,
Nessas trilhas luminosas,
Caminhai sempre serenos,
Entre lírios, entre rosas;

Entre os lírios da Bondade,
Entre as rosas da Ternura,
Espargindo a caridade,
Consolando a desventura.

Só assim caminharemos
Nessa eterna evolução,
E no Bem conquistaremos
A suprema perfeição.

Ascensão" / Casimiro Cunha / Psi. Francisco C. Xavier / Livro: Parnaso de Além-Túmulo - 1932 - / Ed.FEB.
*Casimiro Cunha: Poeta Vassourense, nasceu aos 14 de abril de 1880 e desencarnou em 1914. Pobre, ao demais espírita confesso, não teve maior projeção no cenáculo literário do seu tempo, mau grado à sua vida de da sua musa e inatos talentos literários. Há, na sua existência terrena, uma triste particularidade a assinalar, qual a de haver perdido uma vista aos 14 anos, por acidente, para de todo cegar da outra aos 16. Órfão de pai aos 7 anos, apenas frequentou escolas primárias. Era um espírito jovial e forte no infortúnio, que ele sabia aproveitar no enobrecimento da sua fé. Se tivesse tido maior cultura, atingiria as maiores culminâncias do firmamento literário.

24 janeiro, 2014

Mero dever

Mero dever melhorar-nos, melhorando o próprio caminho em regime de urgência. 
Todavia, abstenhamo-nos do hábito de remexer inutilmente as feridas, alargando-lhes a extensão. 

Pelo Espírito Emmanuel, médium Chico Xavier - Livro: Paz e Renovação. "AJUDE-NOS NESTE IDEAL: DIVULGUE O ESPIRITISMO."

21 janeiro, 2014

A prece da roseira


O homem que deixara a construção do bem, por sentir imperfeito, voltou ao trabalho, quando ouviu a prece da roseira:

-Agradeço-te, oh” meu Deus, porque apesar dos espinhos que carrego,
deste-me a força precisa para oferecer-te a alegria e o perfume das rosas.

Pelo Espírito Emmanuel, médium Chico Xavier

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13 janeiro, 2014

A caridade é vida

Palestina
O amor é fonte inexaurível de luz.
A Justiça é balança de equilíbrio.
A caridade é vida.
O Amor se expande em esperança e paz.
 

A justiça fornece os meios de preservar-se a segurança e harmonia. 
A caridade a tudo vitaliza e sustenta, gerando entusiasmo e alegria de viver.


Jesus,na sua condição de modelo e guia da humanidade
foi o protótipo mais perfeito à compreensão humana
do amor, da justiça e da caridade.
Pelo Espírito, Joanna de Ângelis, médium Divaldo P. Franco

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07 janeiro, 2014

As medidas da felicidade

Wadi Rum(Vale da Lua), Jordânia

Questão 922 de O Livro dos Espíritos _________A felicidade terrestre é relativa à posição de cada um. O que basta para a felicidade de um, constitui a desgraça de outro. Haverá, contudo, alguma soma de felicidade comum a todos?
Com relação à vida material, é a posse do necessário. Com relação à vida moral, a consciência tranquila e a fé no futuro.


Vivemos num mundo de relatividade, condicionados pelo ambiente em que nos situamos, o que determina que cada indivíduo tenha suas próprias ideias quanto ao mínimo necessário à felicidade. Um executivo com rendimento mensal de duzentos salários mínimos, aplicados inteiramente em favor de seus caprichos e diversões, conforto e bem-estar, sentir-se-á o mais infeliz dos mortais se reduzido à décima parte desse valor. Já o operário de salário-mínimo sentir-se-á no paraíso se receber dez vezes mais ─ uma fortuna para ele.
 

Portanto, sem recorrer a cifras, podemos considerar que o mínimo necessário à felicidade, sob o ponto de vista material, é desfrutar do essencial à existência, relacionado com alimentação, habitação, educação e saúde. Aqui deparamos com o primeiro entrave à felicidade na Terra, porquanto populações imensas sofrem perturbadora carência desses recursos.
 

Se não nos enquadramos nessa população sofredora não há porque nos sentirmos infelizes, a não ser que cultivemos vaidades e ambições. Há muita gente angustiada e até desajustada porque não pode ter o palacete de seus sonhos, “aquele” automóvel, o incrementado aparelho de som, o sofisticado guarda-roupa ou porque não pode realizar a desejada viagem. Muita gente que viveria bem melhor se cuidasse de assuntos mais importantes.
 

Seremos felizes, materialmente, se nos contentarmos com o necessário para viver, superando as pressões da sociedade de consumo que, com seu incrível agente ─ a propaganda ─ induz-nos a desejar o supérfluo e a consumir até mesmo o que é nocivo.
 

Se nos contentarmos com o necessário teremos condições para tratar de assuntos mais importantes, como a felicidade em plenitude, que é uma edificação interior, uma espécie de conquista moral. Seremos felizes em nosso universo interior se tivermos a consciência tranquila e a fé no futuro.
 

Aqui o assunto começa a ficar complicado... Será que temos feito o que é absolutamente certo, justo, verdadeiro? Temos respeitado integralmente o semelhante? Temos contido nossos impulsos inferiores? Temos trabalhado pela paz, onde estamos? Temos contribuído para a harmonia no lar? Tudo isso e muito mais é necessário para que tenhamos tranquilidade de consciência.
 

Raros se furtam a dias aflitivos de angústia, em que sentem um imenso vazio em suas almas, mente tortura¬da por ideias infelizes.
Uma análise retrospectiva dirá que esse estado de¬pressivo se originou de uma má palavra, de um comportamento vicioso e irresponsável, de uma atitude agressiva, de um gesto impensado ─ tudo isso passível de ferir nossa consciência, precipitando-nos no desajuste.
 

Consideremos o mais importante: Se há milhões de pessoas que não dispõem do mínimo necessário à existência, muitas delas em nossa cidade, podemos proclamar que temos a consciência em paz sem estar tentando algo em seu benefício?
Afinal, admitindo que Deus é nosso pai, somos todos irmãos! E o mais elementar dever de fraternidade impõe que o irmão melhor situado ampare o irmão em penúria. Que diríamos de alguém que edificasse confortável residência num oásis, em pleno deserto, cercando-a de altos muros e se negando sistematicamente a socorrer os viajores cansados e sedentos que passam lá fora?
É exatamente isso que fazem os homens em sua maioria: preocupam-se com o oásis. Esquecem-se de seus irmãos...
 

Não nos iludamos. O Espiritismo é suficientemente claro ao demonstrar que a angústia existencial que aflige muita gente, que tem tudo para ser feliz, sustenta-se na criminosa indiferença, na deliberada surdez aos apelos da própria consciência, que pergunta, insistente: O que está você fazendo em beneficio de seus irmãos? 
"JUNTE-SE A NÓS NESTE IDEAL: DIVULGUE O ESPIRITISMO."

05 janeiro, 2014

Aprendendo a me amar



Lembra-me sempre, meu Pai, de que se devo amar aos outros, também devo amar a mim mesmo, propiciando-me sempre que possível oportunidades de crescimento e realização!
 

Devo acreditar mais em mim, mesmo perante vigorosas inteligências alheias, ciente de que coisas grandiosas principiam em um primeiro e pequeno passo...
 

Devo apostar mais em mim, compreendendo que os vitoriosos são aqueles que acreditam profundamente em seus sonhos...
 

Devo cuidar mais de mim, anotando que a aparência física abre portas ou fecha oportunidades, dependendo sempre de seu estado...
 

Devo brindar-me com chances de felicidade, amando mais e sendo mais receptivo às boas coisas vida...
 

Devo tolerar mais, compreender mais, ouvir mais, sorrir mais e me amargurar menos, para que o ambiente que me rodeia seja mais leve e mais propício à minha felicidade pessoal...
 

Devo olhar para o mundo com a inocência das crianças, anotando apenas o que existe de belo e bom e evitando em meu próprio proveito quadros infelizes e degradantes...
 

Devo amar profusamente o que eu sou e aquilo que posso realizar, seja na esfera pessoal ou profissional, recordando que os sentimentos inferiores como a inveja, o despeito, o ciúme e o ressentimento acompanham apenas aqueles que se negam e se desconhecem, se temem e se detestam...
 

Devo amar-me, meu Pai, enfim, pela melhor e maior razão de todas: porque Tu acreditas em mim, torces por mim e me amas de forma única e especial, incondicionalmente!....

Assim seja!   (Oração recebida no Instituto André Luiz em 23.10.2002)

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